Arte do Rafa
Em Fortaleza, Dom entra no grupo que dava aulas gratuitas de malabares na Praça Portugal. Em quase dois anos, se apresenta e passa a ensinar novos adeptos da arte circense.
A escola de malabares de custo zero que nasceu nas praças de Mossoró em 2006 e funcionou por dez anos. Em 2027 ela volta, agora na Amazônia, com aulas gratuitas em praças e comunidades e produção de malabares aqui mesmo.
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Diabolô em apresentaçãoTudo começou com um grupo que dava aula de graça numa praça de Fortaleza. A ideia foi passada adiante.
Em Fortaleza, Dom entra no grupo que dava aulas gratuitas de malabares na Praça Portugal. Em quase dois anos, se apresenta e passa a ensinar novos adeptos da arte circense.
Em Mossoró, a cidade não tinha cena artística urbana. Dom cria a Domdarte: aula de graça na praça, venda de materiais e apresentações.
Mais de 300 alunos e dez anos de apresentações em escolas, faculdades, aniversários, recepções e eventos de empresas, com uma trupe de jovens de 16 a 21 anos.
No Mossoró Cidade Junina, a trupe anda de perna de pau no meio da multidão que segue o trio elétrico, acima de todos, distribuindo brindes.
A DomDarte encerra as atividades em Mossoró e fica guardada.
Agora na Amazônia, dentro da Casa Verde Itinerante, com aulas em praças e comunidades e malabares feitos na região.
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Malabares treinam coordenação, concentração e visão periférica, fazem bem ao corpo e à cabeça e transformam a praça num lugar de convivência.
Malabarismo de lançamento, a porta de entrada para iniciantes.
Duas bolas presas a cordas, giradas em padrões ao redor do corpo.
O ioiô chinês: um carretel equilibrado e lançado com uma corda presa a duas baquetas.
Equilíbrio e presença de palco, a estrela dos cortejos e das festas.
Aulas abertas e gratuitas em praças públicas. Quem passa pode experimentar: uma pequena apresentação, prática em grupos e uma roda no final em que cada um mostra o que aprendeu.
A escola vai até as comunidades de Presidente Figueiredo e região com o Kit Itinerante, em oficinas de um dia, só de malabares ou junto com a D-Toy.
Mais para frente, uma oficina da DomDarte para mulheres costureiras que querem produzir malabares para a criançada da comunidade. É a comunidade se capacitando para as artes circenses.

Como a escola se sustenta. Como em Mossoró: a aula na praça é de graça, e a escola se mantém vendendo os malabares que ela mesma costura e com apresentações contratadas, inclusive de perna de pau. Os alunos que se destacarem podem formar uma nova trupe.
Para recomeçar, a escola precisa de uma máquina de costura, tecido e corda para fazer os próprios malabares, pernas de pau e diabolôs. Com isso, as aulas na praça voltam de graça e a venda dos malabares mantém a escola.